sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Programa Cultura e Pensamento

Inscrições até 17 de janeiro de 2010
SELEÇÃO PÚBLICA DE PROJETOS DE DEBATES PRESENCIAIS

O Programa CULTURA E PENSAMENTO lança editais para a viabilização de oito projetos de debates presenciais e a publicação de quatro projetos editoriais de periódicos impressos, a serem realizados ao longo de 2010. Os processos seletivos são abertos a propostas de intelectuais, pensadores da cultura, artistas, instituições e grupos culturais, pesquisadores, organizações da sociedade civil e outros agentes da sociedade.

Os projetos de debates presenciais deverão ser norteados por uma das linhas temáticas a seguir:

Biopolítica e tecnologias: padrões contemporâneos de emancipação, propriedade, poder e controle
Populações e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura
Lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais no centro da economia e da sociedade
Encontros e interações das artes na cidade e na cultura contemporânea.

Veja o Regulamento e os Anexos

Inscrições online: Formulário

Informações:
[71] 3328 0829
editaldebates@ culturaepensamen to.net.br

Coordenação do Programa:
coordenacao@ culturaepensamen to.net.br

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Mais uma iniciativa do movimento...


Araraquara, 25 de Outubro de 2009

Moção de repúdio à violência policial contra adolescentes no Estado de São Paulo.

Caros/as delegados/as da 8º Conferência Estadual dos Direitos das Crianças e Adolescentes,


É perceptível o aumento da violência na sociedade. A segurança pública vem se destacando como uma das principais demandas de reivindicação das populações urbanas. A sensação de insegurança vem sido alimentada pelo sensacionalismo de programas de T.V. e jornais. Adolescentes são constantemente expostos como autores da violência na mídia, gerando a sensação de que são responsáveis pelo aumento da criminalidade no País.

Em recente estudo encomendado pela Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a Violência contra Crianças e Adolescentes, o perfil das vítimas da violência vai muito além de faixa etária, ela tem “cor, raça e território”. O Brasil aponta como o 3º do ranking de países com maiores índices de homicídios de adolescentes. Os adolescentes estão entre as maiores vitimas da violência, especialmente, homicídios provocados por arma de fogo. A manchete é a seguinte: 33 mil jovens deverão ser assassinados no Brasil entre 2006 e 2012, diz UNICEF. Muitas outras estatísticas comprovam de modo assustador estes dados, indicando que 70% dos jovens assassinados no Brasil são negros. Segundo o relatório:

“Em cada grupo de dez jovens de 15 a 18 anos assassinados no Brasil, sete são negros. A raça também representa 70% na estimativa de 800 mil crianças brasileiras sem registro civil”.

Dentro desta estatística, mesmo que sem ser divulgados os dados, parte significativa das mortes de adolescentes e jovem é cometidas pelas forças policiais, principalmente do Rio de Janeiro e São Paulo.

É preciso construir um novo paradigma na área da segurança pública. O caminho adotado por governos, com foco no combate a criminalidade por meio da intensificação do uso da repressão por parte das forças policiais, construção de presídios e ausência de investimentos em políticas sociais é equivocado.

Este ano se realizou a primeira Conferência Nacional de Segurança Pública que aprovou propostas que sinalizou a necessidade de políticas públicas educacionais, preventivas e com o respeito aos direitos humanos, diferente do foco na punição e aumento da repressão.

O problema da violência e da segurança pública deve ser enfrentado de forma articulada com investimentos em cultura, saúde, educação e desenvolvimento social e se associa principalmente à desigualdade social e ineficiência do Estado.

É importante salientar avanços na atenuação da desigualdade social brasileira. Mas é preciso reconhecer que diante de um país de economia crescente e pujante, ainda permanecem índices astronômicos de pobreza, analfabetismo e ausência do Estado.

Em muitos casos, a única presença percebida por adolescentes é à força da polícia, principalmente sentida por adolescente de bairros pobres das cidades, abordados constantemente de forma violenta nas ruas da cidade. A abordagem policial focado na violenta repressão a adolescentes só promove mais violência e revolta.

É necessário que nós, militantes dos direitos da criança e adolescente apresentemos a demanda por programas municipais, estaduais e nacionais que coíbam a violência infanto-juvenil, com a criação de ouvidorias para denúncias de caso de violência e fortalecimento das defensorias especializadas na infância e adolescência. É preciso fortalecer medidas socioeducativas em meio aberto e diminuir os índices de internação.

O Adolescente é considerado prioridade absoluta, pessoa em situação peculiar de desenvolvimento e sujeito de direitos e responsabilidades, entretanto, mesmo que com avanços significativos na área da promoção de direitos da criança e adolescente, ainda persiste um enorme abismo entre os direitos previstos em lei, com a realidade vivenciada no país.

É preciso avançar na efetivação de direitos, ação que deve ser combinada com a participação de adolescentes na elaboração e execução das políticas públicas, favorecendo a formação cidadã e a democratização do poder político.




sexta-feira, 15 de maio de 2009

1º DE MAIO EM ARARAQUARA!!! JOVENS EM LUTA

Desemprego ou exploração! Qual é a solução?

Hoje é dia de festa, mas para os jovens não há muito o que secomemorar! O Dia Mundial do Trabalho foi criado em 1889, em um Congresso Socialista realizado em Paris. A data foi escolhida em homenagem à greve geral que aconteceu em 1º de maio de 1886 na cidade de Chicago. Milhares de trabalhadores foram às ruas para protestar contra as condições de trabalho desumanas a que eram submetidos e exigir a redução da jornada de trabalho de 13 para 8 horas diárias. Atualmente, a data que remete a luta por mais direitos vem se transformando em um dia de folga, de realizações de grandes shows e afirmação de uma postura acomodada e passiva por parte dos trabalhadores/as. Com a crise econômica mundial a diminuição dos postos de trabalho atinge alguns setores de maneira aguda e constata-se que os mais prejudicados são os jovens e mulheres. Defendemos a intensificação da luta dos movimentos sociais pela conquista da redução da jornada de trabalho sem perdas salariais que ampliarão as ofertas de emprego e o tempo livre do trabalhador/a. Clamamos respostas, do Estado e da sociedade, que caminhem para a construção de políticas públicas que melhorem a educação, garantam acesso a cultura, ao esporte e ao lazer e que assegurem a inserção de jovens no mercado de trabalho com condições adequadas para que possam planejar seu presente e futuro. Falamos não ao subemprego, à informalidade, a empregos temporários, à baixa remuneração! Lutamos por mais direitos e fazemos da arte um instrumento para estimular a reflexão. Zahawi na luta por trabalho decente e por justiça social.


Planejamento Zahawi
28/02/09
Tema para 2009: Trabalho
Encaminhamento de Propostas e Definição do conteúdo da Cartilha




















Belém FSM 2009











Zahawi no FSM 2009
















Zahawi

Juventude, Atitude e Liberdade!